Weekly Message from our Pastor - Rev. Carlos D. Suarez
This Sunday’s Gospel gives us one of Jesus’ wonderfully simple parables. A father asks his two sons to work in the vineyard. The first refuses, but afterward changes his mind and goes. The second says, “Yes, sir,” but never goes. Jesus asks: “Which of the two did his father’s will?” The answer is easy. The first son began badly, but eventually his actions matched the will of his father. The second had all the right words, but the words never became action. There is something uncomfortable about this Gospel because it reminds us that Christianity cannot remain simply a matter of saying the right things. We can know the prayers, recite the Creed, attend Mass, and speak beautifully about faith and discipleship. All of those things matter. But eventually Jesus asks us the same question: Will you go into the vineyard? This week we celebrate one of the Church’s most beloved saints, St. Thérèse of Lisieux, whose feast is October 1. Thérèse never traveled the world as a missionary. She entered the Carmelite monastery at Lisieux at fifteen and lived an outwardly hidden life. Yet today she is honored as a patroness of the missions. St. Thérèse recognized that holiness is not primarily about spectacular things. Her “Little Way” teaches us that ordinary acts, offered with love, can become part of God’s work: a kind word, a prayer, a hidden sacrifice, an invitation to someone who has drifted away. None seems dramatic, but God can work through them. That vision is important as we think about the mission of our Stoughton Catholic family. Over the past several weeks, I have written about inviting people into the vineyard: inviting someone to Mass or OCIA, welcoming the person who has been away, and noticing the person quietly searching for God. Evangelization often begins simply—with an invitation, a conversation, or an act of welcome. And increasingly, sometimes it begins with communication. For that reason, we are looking to add a part-time Coordinator of Communications to our collaborative staff. This role will involve producing bulletins, websites, and social media, but its larger purpose is missionary. We need to communicate better not only with people who already know what is happening in our parishes, but also with those beyond our church walls. There are people nearby searching for community. There are Catholics who have not walked through the doors of a church in years. There are young adults asking questions about faith, families seeking the sacraments, and people carrying grief or loneliness who may have no idea that a Catholic community nearby is ready to welcome them. How will they know unless we tell them? Good communication is not the entirety of evangelization, but it can open a door. A photograph, social media post, parish announcement, website, or invitation might seem like a small thing. St. Thérèse would remind us not to underestimate small things placed in the hands of God. Every one of us communicates something about the Gospel. When we welcome someone at Mass, invite a neighbor to a parish event, tell a friend about OCIA, or show patience, generosity, or mercy, we communicate something about Jesus Christ. As we begin the search for this new Coordinator of Communications, I want to ask for your help. The position will be posted on our Stoughton Catholic website later this week. The ideal candidate would be bilingual in English and Portuguese or English and Spanish, comfortable with digital communication and social media, creative, organized, and excited about helping the Church reach people within and beyond our Stoughton Catholic Community. If you think your gifts and love for the Church might be a good fit, I encourage you to consider applying. And if someone comes to mind—a friend, family member, parishioner, or colleague—please invite them to consider it as well. Sometimes answering the Lord’s call begins because someone else noticed our gifts and encouraged us to step forward. The father in today’s Gospel still says to each of us: “Go out and work in the vineyard today.”It is easy to answer, “Yes, Lord.” The real question is whether we will go. —Fr. Carlos
O Evangelho deste domingo apresenta-nos uma das parábolas maravilhosamente simples de Jesus. Um pai pede aos seus dois filhos que trabalhem na vinha. O primeiro recusa, mas depois muda de ideias e vai. O segundo responde: “Sim, senhor”, mas acaba por não ir. Jesus pergunta: “Qual dos dois fez a vontade do pai?” A resposta é simples. O primeiro filho começou mal, mas acabou por fazer o que o pai lhe tinha pedido. O segundo disse as palavras certas, mas elas nunca se transformaram em ação. Há algo de desconfortável neste Evangelho, porque nos recorda que o cristianismo não pode reduzir-se simplesmente a dizer as coisas certas. Podemos conhecer as orações, recitar o Credo, participar na Missa e falar muito bem sobre a fé e o discipulado. Tudo isso é importante. Mas, no fim, Jesus faz-nos a mesma pergunta: Irás trabalhar na vinha? Esta semana celebramos uma das santas mais amadas da Igreja, Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face, cuja festa se celebra no dia 1 de outubro. Teresinha nunca percorreu o mundo como missionária. Entrou no Carmelo de Lisieux aos quinze anos e viveu uma vida exteriormente escondida. E, no entanto, hoje é honrada como padroeira das missões. Santa Teresinha compreendeu que a santidade não consiste, antes de mais, em fazer coisas espetaculares. O seu “Pequeno Caminho” ensina-nos que os gestos quotidianos, oferecidos com amor, podem tornar-se parte da obra de Deus: uma palavra bondosa, uma oração, um sacrifício escondido, um convite dirigido a alguém que se afastou da Igreja. Nada disso parece extraordinário, mas Deus pode agir por meio dessas pequenas coisas. Esta visão é importante ao pensarmos na missão da nossa comunidade católica de Stoughton. Ao longo das últimas semanas, tenho escrito sobre convidar outras pessoas para a vinha: convidar alguém para a Missa ou para a catequese para adultos, acolher quem esteve afastado e estar atento à pessoas que procuram Deus em silêncio. A evangelização começa muitas vezes de forma muito simples — com um convite, uma conversa ou um gesto de acolhimento. E, cada vez mais, por vezes começa também com a comunicação. Por essa razão, estamos à procura de acrescentar à equipa da nossa colaborativa pastoral um Coordenador de Comunicação a tempo parcial. Esta função envolverá a preparação dos boletins, a manutenção do website e a comunicação nas redes sociais, mas o seu objetivo mais profundo é missionário. Precisamos de comunicar melhor não apenas com aqueles que já sabem o que está a acontecer nas nossas paróquias, mas também com aqueles que estão para além das paredes das nossas igrejas. Há pessoas perto de nós à procura de comunidade. Há católicos que não entram numa igreja há anos. Há jovens adultos com perguntas sobre a fé, famílias que procuram os sacramentos e pessoas que carregam luto ou solidão e que talvez nem saibam que existe uma comunidade católica aqui perto, pronta para acolhê-los. Como poderão saber se não lhes dissermos? Uma boa comunicação não é toda a evangelização, mas pode abrir uma porta. Uma fotografia, uma publicação nas redes sociais, um anúncio paroquial, um website ou um convite podem parecer coisas pequenas. Santa Teresinha nos recordaria que não devemos subestimar as pequenas coisas colocadas nas mãos de Deus. Cada um de nós comunica algo acerca do Evangelho. Quando acolhemos alguém na Missa, convidamos um vizinho para uma atividade paroquial, falamos a um amigo sobre o catequese ou mostramos paciência, generosidade ou misericórdia, estamos a comunicar algo acerca de Jesus Cristo. Ao iniciarmos a procura deste novo Coordenador de Comunicação, quero também pedir a vossa ajuda. A posição será publicada no website de Stoughton Catholic ainda esta semana. O candidato ideal deverá ser bilíngue em inglês e português ou em inglês e espanhol, sentir-se à vontade com a comunicação digital e as redes sociais, ser criativo, organizado e entusiasmado com a possibilidade de ajudar a Igreja a chegar às pessoas dentro e fora da nossa comunidade católica de Stoughton. Se pensas que os teus dons e o teu amor pela Igreja podem corresponder a este serviço, encorajo-te a considerar apresentar a tua candidatura. E se te vier alguém à mente — um amigo, familiar, paroquiano ou colega — convida essa pessoa a considerar esta possibilidade também. Por vezes, responder ao chamamento do Senhor começa porque outra pessoa reconheceu os nossos dons e nos encorajou a dar um passo em frente. O pai no Evangelho de hoje continua a dizer a cada um de nós: “Vai hoje trabalhar na vinha.” É fácil responder: “Sim, Senhor.” A verdadeira questão é saber se iremos realmente. —Pe. Carlos
El Evangelio de este domingo nos presenta una de las parábolas maravillosamente sencillas de Jesús. Un padre pide a sus dos hijos que vayan a trabajar en la viña. El primero se niega, pero después cambia de parecer y va. El segundo responde: “Sí, señor”, pero nunca va. Jesús pregunta: “¿Cuál de los dos hizo la voluntad de su padre?” La respuesta es sencilla. El primer hijo comenzó mal, pero finalmente sus acciones estuvieron de acuerdo con la voluntad de su padre. El segundo dijo todas las palabras correctas, pero esas palabras nunca se convirtieron en acción. Hay algo incómodo en este Evangelio porque nos recuerda que el cristianismo no puede limitarse a decir las cosas correctas. Podemos conocer las oraciones, recitar el Credo, asistir a Misa y hablar hermosamente sobre la fe y el discipulado. Todo eso importa. Pero, al final, Jesús nos hace la misma pregunta: ¿Irás a la viña? Esta semana celebramos a una de las santas más queridas de la Iglesia, Santa Teresita de Lisieux, cuya fiesta es el 1 de octubre. Teresita nunca recorrió el mundo como misionera. Entró en el monasterio carmelita de Lisieux a los quince años y vivió una vida exteriormente oculta. Sin embargo, hoy es honrada como patrona de las misiones. Santa Teresita comprendió que la santidad no consiste principalmente en cosas espectaculares. Su “Caminito” nos enseña que los actos ordinarios, ofrecidos con amor, pueden formar parte de la obra de Dios: una palabra amable, una oración, un sacrificio oculto, una invitación a alguien que se ha alejado. Ninguna de estas cosas parece dramática, pero Dios puede obrar a través de ellas. Esta visión es importante al pensar en la misión de nuestra comunidad católica de Stoughton. Durante las últimas semanas he escrito sobre invitar a otras personas a entrar en la viña: invitar a alguien a Misa o catequesis para adultos, dar la bienvenida a quien ha estado alejado y prestar atención a la persona que silenciosamente está buscando a Dios. La evangelización muchas veces comienza de manera sencilla: con una invitación, una conversación o un gesto de acogida. Y todo esto comienza con la comunicación. Por esa razón, estamos buscando incorporar a nuestro equipo de la colaborativa un coordinador de comunicaciones a tiempo parcial. Esta función incluirá la preparación de boletines, el sitio web y las redes sociales, pero su propósito más amplio es misionero. Necesitamos comunicarnos mejor no solo con las personas que ya saben lo que está sucediendo en nuestras parroquias, sino también con quienes están más allá de las paredes de nuestras iglesias. Hay personas cerca de nosotros que están buscando una comunidad. Hay católicos que no han cruzado las puertas de una iglesia desde hace años. Hay jóvenes adultos que hacen preguntas sobre la fe, familias que buscan los sacramentos y personas que llevan consigo dolor o soledad y quizá no tienen idea de que hay una comunidad católica cercana dispuesta a recibirlas. ¿Cómo lo sabrán si no se lo decimos? Una buena comunicación no es toda la evangelización, pero puede abrir una puerta. Una fotografía, una publicación en redes sociales, un anuncio parroquial, un sitio web o una invitación pueden parecer cosas pequeñas. Santa Teresa nos recordaría que no debemos subestimar las pequeñas cosas puestas en las manos de Dios. Cada uno de nosotros comunica algo sobre el Evangelio. Cuando damos la bienvenida a alguien en la Misa, invitamos a un vecino a una actividad parroquial, hablamos con un amigo sobre catequesis o mostramos paciencia, generosidad o misericordia, estamos comunicando algo sobre Jesucristo. Al iniciar la búsqueda de este nuevo Coordinador de Comunicaciones, también quiero pedirles su ayuda. El puesto se publicará en el sitio web de Stoughton Catholic más adelante esta semana. El candidato ideal sería bilingüe en inglés y portugués o en inglés y español; se sentiría cómodo con la comunicación digital y las redes sociales; sería creativo y organizado; y estaría entusiasmado con la posibilidad de ayudar a la Iglesia a llegar a personas tanto dentro como fuera de nuestra comunidad católica de Stoughton. Si crees que tus dones y tu amor por la Iglesia encajan bien con este puesto, te animo a presentar tu solicitud. Y si al leer esto piensas en alguien —un amigo, un familiar, un feligrés o un colega—, por favor invítalo también a considerar esta posibilidad. A veces, responder al llamado del Señor comienza cuando otra persona reconoce nuestros dones y nos anima a dar un paso adelante. El padre del Evangelio de hoy sigue diciéndonos a cada uno: “Ve hoy a trabajar en la viña.” Es fácil responder: “Sí, Señor.” La verdadera pregunta es si realmente iremos. —Pe. Carlos