Weekly Message from our Pastor - Rev. Carlos D. Suarez
There is something wonderfully appropriate about hearing the image of the vineyard this Sunday so close to the feast of St. Thérèse of Lisieux. Both Isaiah and Jesus speak of a vineyard that has been lovingly planted and carefully tended. Jesus speaks of that vineyard being cared for by tenant farmers. When harvest time comes, however, those tenants forget something essential: the vineyard does not belong to them. That may be one of the great spiritual temptations of our lives, and one of the temptations of parish life as well. We can begin to imagine that the vineyard is ours. However, the vineyard isn’t ours. We were invited into it. That changes how we understand discipleship. A parish is not simply a place where we receive religious services. It is not a private club for those already comfortable inside. It is part of the vineyard of the Lord, and if God has planted us here, then He expects fruit. St. Thérèse understood this beautifully because her spirituality was built not upon accomplishment, but upon trust. Thérèse looked at the spiritual life and knew she was small. She did not imagine herself climbing some enormous staircase toward perfection through heroic accomplishments. Instead, she used one of her most famous images: the elevator. Elevators were still relatively new in her time, and Thérèse noticed that an elevator could carry someone upward without requiring that person to climb every stair. She wrote in Story of a Soul that the elevator that would raise her to heaven would be the arms of Jesus. That is the Little Way. Her confidence was not in her ability to climb toward God, but in God’s willingness to bend down and lift her up. Toward the end of her life she wrote, “It is trust, and nothing but trust, that must lead us to Love.” That spirit of trust helps us understand today’s vineyard. The wicked tenants in Jesus’ parable behave as though everything belongs to them. Their deeper sin is that they want the vineyard without the owner. We can fall into a milder version of the same temptation in parish life. We can begin to think in terms of my Mass, my pew, my ministry, my language, my group, my schedule, my parish. We can become so focused on preserving what is familiar that we forget the vineyard belongs to God. And if it belongs to God, the question cannot simply be, “What do I prefer?” The better question is, “What fruit is God asking us to bear?” One of those fruits must be discipleship. A disciple is not simply someone who attends Mass. A disciple is someone who follows Jesus, allows Jesus to change him or her, and then helps others encounter Him. That means every one of us has a role in inviting others into the vineyard. There are people all around us who are searching. Some have never really known Christ. Some were baptized but drifted away years ago. In the face of the spiritual hunger of others, we may not know how to proceed, but St. Thérèse teaches us that advancing isn’t about the perfect invitation or the perfect strategy but rather about making sure that even our smallest gestures are done with great love. Her Little Way teaches us that holiness often takes shape in little acts of love, patience, and hospitality. The same is true of evangelization. Sometimes it begins with noticing the person standing alone after Mass. Sometimes it means learning someone’s name. Sometimes it means making sure a newcomer feels there is room for them in our Stoughton Catholic family. Imagine a parish where people encounter kindness before judgment; where different languages and cultures are received as gifts; where young adults find a place to belong; where someone entering OCIA discovers not merely a program, but a community ready to walk with them. Imagine a parish where people do not simply say, “Someone should invite them,” but instead ask, “Who is God asking me to invite?” St. Thérèse discovered her vocation and expressed it in one unforgettable sentence: “In the heart of the Church, my Mother, I will be love.”That is a vocation each of us can share. Think of that parish where all are welcomed and find their place, and ask St. Thérèse’s intercession so that today we can take a step to help make that place a reality.—Fr. Carlos Há algo muito apropriado em escutarmos neste domingo a imagem da vinha, tão perto da festa de Santa Teresinha do Menino Jesus. Tanto Isaías como Jesus falam de uma vinha que foi plantada com amor e cuidadosamente cultivada. Jesus fala dessa vinha confiada aos cuidados de agricultores arrendatários. Quando chega o tempo da colheita, porém, esses arrendatários esquecem-se de algo essencial: a vinha não lhes pertence. Talvez essa seja uma das grandes tentações espirituais da nossa vida, e também uma das tentações da vida paroquial. Podemos começar a imaginar que a vinha é nossa. Mas a vinha não é nossa. Fomos convidados a entrar nela. E isso muda a forma como entendemos o discipulado. Uma paróquia não é simplesmente um lugar onde recebemos serviços religiosos. Não é um clube privado para aqueles que já se sentem confortáveis nela. Cada paróquia faz parte da vinha do Senhor e, se Deus nos plantou aqui, então espera que produzamos fruto. Santa Teresinha compreendeu isto de forma belíssima, porque a sua espiritualidade não se baseava nos logros, mas na confiança. Teresinha olhava para a vida espiritual e sabia que era pequena. Não se imaginava subir uma enorme escadaria rumo à perfeição através de feitos heroicos. Em vez disso, utilizou uma das suas imagens mais conhecidas: o elevador. Os elevadores ainda eram relativamente novos no seu tempo, e Teresinha percebeu que um elevador podia levar uma pessoa para cima sem ter de subir cada degrau. Escreveu, na História de uma Alma, que o elevador que a levaria ao Céu seriam os braços de Jesus. Esse é o Pequeno Caminho. A sua confiança não estava na sua capacidade de subir até Deus, mas na disponibilidade de Deus para Se inclinar, tomá-la nos Seus braços e elevá-la. Perto do fim da sua vida, escreveu: “É a confiança, e nada mais do que a confiança, que deve conduzir-nos ao Amor.” Esse espírito de confiança ajuda-nos a compreender a vinha de hoje. Os vinhateiros perversos da parábola de Jesus comportam-se como se tudo lhes pertencesse. O seu pecado mais profundo é quererem a vinha sem o proprietário. Também nós podemos cair numa versão mais leve da mesma tentação na vida paroquial. Podemos começar a pensar em termos de a minha Missa, o meu banco, o meu ministério, a minha língua, o meu grupo, o meu horário, a minha paróquia. Podemos ficar tão concentrados em preservar aquilo que nos é familiar que nos esquecemos de que a vinha pertence a Deus. E, se pertence a Deus, a pergunta não pode ser simplesmente: “O que é que eu prefiro?” A pergunta melhor é: “Que fruto é que Deus nos pede para produzir?” Um desses frutos tem de ser o discipulado. Um discípulo não é simplesmente alguém que vai à Missa. Um discípulo é alguém que segue Jesus, permite que Jesus o transforme e depois ajuda outros a encontrá-lo. Isso significa que cada um de nós tem um papel a desempenhar ao convidar outros a entrar na vinha. Há pessoas à nossa volta que procuram. Algumas nunca chegaram realmente a conhecer Cristo. Outras foram batizadas, mas afastaram-se há muitos anos. Diante da fome espiritual dos outros, talvez não saibamos como agir, mas Santa Teresinha ensina-nos que avançar não depende do convite perfeito ou da estratégia perfeita, mas de garantir que até os nossos mais pequenos gestos sejam realizados com grande amor. O seu Pequeno Caminho ensina-nos que a santidade muitas vezes ganha forma em pequenos atos de amor, paciência e acolhimento. O mesmo acontece com a evangelização. Às vezes começa por reparar na pessoa que está sozinha depois da Missa. Às vezes significa aprender o nome de alguém. Às vezes significa garantir que uma pessoa recém-chegada perceba que há lugar para ela na nossa família católica de Stoughton. Imaginem uma paróquia onde as pessoas encontram carinho antes do julgamento; onde diferentes línguas e culturas são acolhidas como dons; onde os jovens adultos encontram um lugar ao qual pertencem; onde alguém que entra na catequese de adultos descobre não apenas um programa, mas uma comunidade preparada para caminhar com essa pessoa. Imaginem uma paróquia onde as pessoas não dizem simplesmente: “Alguém devia convidá-los”, mas antes perguntam: “Quem é que Deus me está a pedir para convidar?” Santa Teresinha descobriu a sua vocação e exprimiu-a numa frase inesquecível: “No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor.” Essa é uma vocação que todos nós podemos partilhar. Pensem nessa paróquia onde todos são acolhidos e encontram o seu lugar, e peçam a intercessão de Santa Teresinha para que hoje possamos dar um passo que ajude a tornar esse lugar uma realidade.—Pe. Carlos
Hay algo muy apropiado en escuchar este domingo la imagen de la viña, tan cerca de la fiesta de Santa Teresita de Lisieux. Tanto Isaías como Jesús hablan de una viña plantada con amor y cuidada con esmero. Jesús habla de esa viña confiada al cuidado de unos viñadores arrendatarios. Sin embargo, cuando llega el tiempo de la cosecha, esos viñadores olvidan algo esencial: la viña no les pertenece. Tal vez esa sea una de las grandes tentaciones espirituales de nuestra vida y también de la vida parroquial. Podemos comenzar a imaginar que la viña es nuestra. Pero la viña no es nuestra. Hemos sido invitados a entrar en ella. Y eso cambia nuestra manera de entender el discipulado. Una parroquia no es simplemente un lugar donde recibimos servicios religiosos. No es un club privado para quienes ya se sienten cómodos dentro. Es parte de la viña del Señor, y si Dios nos ha plantado aquí, entonces espera fruto de nosotros. Santa Teresita comprendió esto de una manera muy hermosa porque su espiritualidad no se construía sobre los logros, sino sobre la confianza. Teresita contemplaba la vida espiritual y sabía que era pequeña. No se imaginaba subir una enorme escalera hacia la perfección mediante grandes hazañas heroicas. En cambio, utilizó una de sus imágenes más conocidas: el ascensor. Los ascensores todavía eran relativamente nuevos en su época, y Teresita se dio cuenta de que un ascensor podía llevar a una persona hacia arriba sin tener que subir cada peldaño. Escribió en Historia de un alma que el ascensor que la elevaría al cielo serían los brazos de Jesús. Ese es el Caminito. Su confianza no estaba puesta en su capacidad de ascender hasta Dios, sino en la disposición de Dios a inclinarse hacia ella y levantarla. Hacia el final de su vida escribió: “Es la confianza, y nada más que la confianza, la que debe conducirnos al Amor.” Ese espíritu de confianza nos ayuda a comprender la viña de hoy. Los viñadores malvados de la parábola de Jesús se comportan como si todo les perteneciera. Su pecado más profundo es que quieren la viña sin el dueño. Nosotros también podemos caer en una versión más suave de esa misma tentación en la vida parroquial. Podemos comenzar a pensar en términos de mi misa, mi banco, mi ministerio, mi idioma, mi grupo, mi horario, mi parroquia. Podemos concentrarnos tanto en conservar aquello que nos resulta familiar que olvidamos que la viña pertenece a Dios. Y si le pertenece a Dios, la pregunta no puede ser simplemente: “¿Qué prefiero yo?” La mejor pregunta es: “¿Qué fruto nos está pidiendo Dios que demos?” Uno de esos frutos tiene que ser el discipulado. Un discípulo no es simplemente alguien que asiste a Misa. Un discípulo es alguien que sigue a Jesús, permite que Jesús transforme su vida y luego ayuda a otros a encontrarse con Él. Eso significa que cada uno de nosotros tiene un papel que desempeñar al invitar a otros a entrar en la viña. Hay personas a nuestro alrededor que están buscando. Algunas nunca han llegado realmente a conocer a Cristo. Otras fueron bautizadas, pero se alejaron hace muchos años. Ante el hambre espiritual de los demás, tal vez no sepamos cómo proceder, pero Santa Teresita nos enseña que avanzar no depende de tener la invitación perfecta ni la estrategia perfecta, sino de procurar que incluso nuestros gestos más pequeños estén hechos con gran amor. Su Caminito nos enseña que la santidad muchas veces toma forma en pequeños actos de amor, paciencia y acogida. Lo mismo sucede con la evangelización. A veces comienza al fijarnos en la persona que está sola después de Misa. A veces significa aprender el nombre de alguien. A veces significa asegurarnos de que una persona que llega por primera vez sienta que hay un lugar para ella en nuestra familia católica de Stoughton. Imaginen una parroquia donde las personas encuentren cariño antes que juicio; donde las diferentes lenguas y culturas sean recibidas como dones; donde los jóvenes adultos encuentren un lugar al cual pertenecer; donde alguien que entra en OCIA descubra no solo un programa, sino una comunidad dispuesta a caminar con esa persona. Imaginen una parroquia donde las personas no digan simplemente: “Alguien debería invitarlos”, sino que más bien se pregunten: “¿A quién me está pidiendo Dios que invite?” Santa Teresita descubrió su vocación y la expresó en una frase inolvidable: “En el corazón de la Iglesia, mi Madre, yo seré el amor.” Esa es una vocación que cada uno de nosotros puede compartir. Pensemos en esa parroquia donde todos son acogidos y encuentran su lugar, y pidamos la intercesión de Santa Teresita para que hoy podamos dar un paso que ayude a hacer realidad ese lugar. —P. Carlos